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| Abri minha caixa de desenhos e de lá saiu um monte de criaturas das mais variadas origens e formas. Umas mais velhas, outras bem recentes. Boa parte até tinha a minha cara. Temendo que me atacassem por deixá-las tanto tempo reclusas, decidi deixar que conhecessem o mundo. E aqui estão. |
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E finalmente o baterista: o lendário Cláiton. Acompanhado de seu bongozinho, Cláiton jogou-se na estrada em busca da verdadeira razão de viver, logo após uma decepção amorosa. Cortou os Estados Unidos de norte a sul através da U.S. Route 666, sempre arranjando confusão por onde passava, seja com prostitutas a qual ele não pagava pelo “trabalho”, como com donos de bordéis, onde o furtivo Cláiton tomava grandes quantidades de whisky e depois urinava nas garrafas, para parecer que havia tomado pouco. Durante uma de suas fugas de um desses recintos, ele encontrou um sujeito estranho, que fedia a enxofre e que lhe ofereceu sucesso, mulheres e principalmente um estoque interminável de whisky, desde que ele aprendesse a tocar bateria para se juntar a outros dois sujeitos, transformando algo acústico no mais puro rock valvulado.
Escrito por henriquesan às 17h54
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E aqui temos o Rodrigo, nosso guitarrista, também conhecido como o músico da banda. Diz a lenda que, em vidas passadas, foi escravo nas plantações de algodão na região do Delta do Mississipi. Todas as noites tocava Blues em seu velho violão, com um canivete e parte de uma garrafa serrada que utilizava como slide. Após ser libertado, mudou-se para Memphis, no Tennessee, onde descobriu um instrumento muito parecido com o violão, porém com o som amplificado - a guitarra elétrica. Crenças à parte, Rodrigo ganhou sua primeira guitarra de plástico quando criança e, desde então, descobriu que tinha uma ligação muito forte com o instrumento, o timbre, a melodia e o ritmo contagiante do rock antigo. Com o tempo, aprendeu alguns truques observando seus mestres, saqueou alguns riffs e temperou a seu gosto. Toca hoje, na Rock this Town, o som honesto, puro e valvulado dos anos 50 e 60.
Escrito por henriquesan às 17h52
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E eis que a Rock this Town também ganhou sua série animada de mentirinha. Esse é o baixista, um tal Henrique San, e essa é sua biografia conforme o site da banda: A lenda conta que fez um pacto com o capeta pra aprender a tocar contrabaixo, mas acabou só com a cara do Motoqueiro Fantasma. Rodou o mundo cometendo pequenos delitos, mas não foi preso porque eram totalmente sem importância. Acabou arrumando seu lugar na banda após roubar dos outros nas cartas em Monte Carlo. Se mantém fazendo os cartazes dos shows. Seu ídolo na música é Stuart Sutcliffe, o primeiro baixista dos Beatles. Não por ser bom, porque ele não sabia tocar. Mas tocou com os Beatles, então tudo é possível com uma boa dose de cara de pau.
Escrito por henriquesan às 17h52
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Gimmicks criados pra uma clínica dentária cliente da República. Eram duas opções, o cliente preferiu o castor gordinho e fofinho. Eu sou mais do esquilo estricnado.
Escrito por henriquesan às 17h30
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A primeira vez que vi algo parecido com neve. Graças à professora que tirou toda a turma da sala no meio da aula pra ver os flocos caindo, pude registrar esse "momento histórico", como o Luis de outrora já dizia. E graças à insistência da profe de colocarmos datas nos trabalhos, sei em que dia isso aconteceu.
Escrito por henriquesan às 17h04
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Aqui mais uma brincadeira nessa linha. A locação é o Cemitério da Recoleta, em Buenos Aires. Os personagens foram criados pra integrar uma banda de "Tiki Music", Os Coquetéis Canibais. Tocam instrumentos como bongô e ukelele, usam a camisa floreada que o Elvis usou em Blue Hawaii, têm como referências no seu desenho cabeças encolhidas, máscaras da Polinésia, moais...um dia apresento os outros integrantes.
Escrito por henriquesan às 16h53
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Começo de um experimento que pode render alguma coisa legal. Semore curti muito o filme do Roger Rabbit e a perspectiva de personagens de cartoon soltos pelo chamado mundo "real".
Escrito por henriquesan às 16h48
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Sandro e sua filhota Isabela.
Escrito por henriquesan às 16h44
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